E não esqueçamos

E não esqueçamos nunca a melancolia, o gasto sentimentalismo, perfeitos frutos impuros de uma maravilhosa qualidade esquecida, deixados atrás pelo frenético livresco; a luz da lua, o cisne ao anoitecer, “coração meu” são sem dúvida o poético elementar e imprescindível. Quem foge do mau gosto cai no gelo.


Neruda in Una poesía sin pureza (Tradução de Thiago de Mello)


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